30/06/16
1º Festival Internacional da Utopia, realizado em Maricá atraiu grande público com diversas atividades gratuitas
Evento teve apresentações culturais e participação de intelectuais nacionais e internacionais
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  30/06/16
Natureza e história que encantam
São João Marcos inicia o Programa Educativo 2016; foco é na história da mais importante cidade do século XIX na região, então um dos maiores centros de produção de café do país e berço de brasileiros ilustres
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A cidade do aço tem representante de peso no The Voice
Nossa mais recente estrela foi brilhar a pouca distância daqui. Mas de onde ela foi parar pode-se ter certeza de que seu nome já está sendo pronunciado em vários sotaques diferentes pelo mundo. Mais uma ‘’Globeleza’’ aterrissou na frente das câmeras ‘’Globais
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  18/12/15
Um ano de muitas realizações
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  18/12/15
As reinvenções de Rodrigo Hallvys
Ator/diretor comemora sucesso do Festival de Esquetes Estudantis de Vargens; seis textos foram encenados na terceira edição do evento, realizada no Pontal Country Club, na Zona Oeste do Rio de Janeiro
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  18/12/15
Um convite à diversão musical
Representante da nova safra da música pernambucana, banda Casaprima, divulga seu segundo CD, conta tudo sobre o álbum e fala de intercâmbio com os artistas de Volta Redonda
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  14/12/15
O amor em ritmo de reggae
Unidade Resistência divulga clipe do seu segundo CD; “Quando as crianças clamam a Babilônia cai” reúne sete faixas; depois de turnê de 14 meses pelo nordeste do Brasil, banda retornou a Volta Redonda, onde tudo começou
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  14/12/15
Uma cara mais popular
Redes sociais dão o tom em “HashtagVR”, coletiva de Zaqueu Pedroza; pintura, gravura, fotografia, escultura, arte gráfica, poesia e instalações foram destaque no Espaço das Artes Zélia Arbex
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  14/12/15
Criação de desenhos de humor
Pedro Dias ensina o básico sobre caricaturas, charges e tiras em quadrinhos no Sesc na Comunidade, em Barra Mansa; sucesso em 2015, meta é que o projeto se torne contínuo
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  14/12/15
As bailarinas que estão na final do Prêmio OLHO VIVO
Além da cerimônia de gala, será realizado o Festival de Artes Integradas, reunindo todos os contemplados com os troféus; material produzido e enviado pelos finalistas de cada categoria é analisado pelo júri técnico
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18/12/15
As reinvenções de Rodrigo Hallvys
Ator/diretor comemora sucesso do Festival de Esquetes Estudantis de Vargens; seis textos foram encenados na terceira edição do evento, realizada no Pontal Country Club, na Zona Oeste do Rio de Janeiro


Divulgação/Jana Machado

 

Rodrigo Hallvys não é a Madonna, mas gosta de se reinventar. Exemplo disso é o III Festival de Esquetes Estudantis de Vargens. O evento, produzido junto com o Centro Educacional Nossa Senhora de Fátima, em Vargem Grande, tem estilo parecido com o que ele realizava no Estudarte, em Volta Redonda. Porém, adapta-se com mais facilidade a qualquer espaço cênico. A sede deste ano foi o Pontal Country Club, espaço de lazer da Zona Oeste do Rio de Janeiro, que abriu os portões em 15 de dezembro, às 19h30.
Seis esquetes em um único dia de evento (em 2014 foram dois dias de um fim de semana) e alguns textos são releituras de esquetes também já produzidos pelo Estudarte.
Entre correria e ajustes finais, Hallvys, nascido em Volta Redonda e envolvido com arte desde a infância, lembrou de quando residia na Cidade do Aço, onde promoveu dez festivais. Dentre eles, sete com o Grupo Estudarte, que se encerraram em 2010. Três anos depois, retornou com projetos semelhantes no Rio de Janeiro, onde já vive há alguns anos. 
- Não há como esquecer, apagar ou distanciar de determinadas coisas. O Estudarte faz parte até icônica do meu trabalho e tenho um carinho gigantesco por isso. Selecionamos alguns textos em formatos rápidos que marcaram e vamos fazendo rodízio dentre eles a cada ano - explica.
Segundo Hallvys, a diferença está nas próprias releituras, baseadas em experiências que vão alterando a forma de encenar. 
- Eles aprendem. Eu aprendo. Eles criam possibilidades dentro da oficina. Eu encaixo, altero, proponho, analiso e reanaliso. Vamos testando e aproveitando o que eles criam dentro das próprias personagens - detalha o artista, que profissionalizou-se ator e diretor ainda jovem
O texto inédito ficou por conta da comédia “Altos e baixos”, que encena uma sessão de Terapia Maiêutica, trazendo discurso sobre pensamentos prontos e a experiência individual expressada por cada ser humano.
“Papo de muié!” foi criada já no Rio de Janeiro e participou pela terceira vez consecutiva do evento, demonstrando o desespero que parte do público feminino vem apresentando midiaticamente por relacionamento amoroso. “Hum, sei!” também é criação de Hallvys já residindo no Rio, em um texto com nuances típicas de Teatro do Absurdo.
- Tive oportunidade de experimentar Teatro do Absurdo em textos escritos pela Lelê Garnier, dirigido pelo Lúcio Roriz e pela Luciene Martes, em 2007. Foi uma das experiências mais divertidas que tive.
“Barulho” foi destaque do último festival do Estudarte, em Volta Redonda. Relido em 2013, no Festival das Artes promovido pelo Via Alternativa e participando também do I Festival produzido por Hallvys no Rio e, pela primeira vez, teve mulheres interpretando as personagens que sempre foram apresentadas por homens, enquanto o texto de “As meninas da rua do medo” foi encenado pela quarta vez desde sua criação, em 2009, também com o Estudarte.
Para encerrar, foi escolhida a comédia “Em boca fechada...”, texto escrito em 2004 por Rodrigo Hallvys em parceria com sua antiga atriz Lidiane Silveira, levando à cena situações de fofocas entre vizinhos com uma ideia mais elaborada e inserindo o cenário de forma mais lúdica para o público.

Rodrigo Hallvys não é a Madonna, mas gosta de se reinventar. Exemplo disso é o III Festival de Esquetes Estudantis de Vargens. O evento, produzido junto com o Centro Educacional Nossa Senhora de Fátima, em Vargem Grande, tem estilo parecido com o que ele realizava no Estudarte, em Volta Redonda. Porém, adapta-se com mais facilidade a qualquer espaço cênico. A sede deste ano foi o Pontal Country Club, espaço de lazer da Zona Oeste do Rio de Janeiro, que abriu os portões em 15 de dezembro, às 19h30.

Seis esquetes em um único dia de evento (em 2014 foram dois dias de um fim de semana) e alguns textos são releituras de esquetes também já produzidos pelo Estudarte.

Entre correria e ajustes finais, Hallvys, nascido em Volta Redonda e envolvido com arte desde a infância, lembrou de quando residia na Cidade do Aço, onde promoveu dez festivais. Dentre eles, sete com o Grupo Estudarte, que se encerraram em 2010. Três anos depois, retornou com projetos semelhantes no Rio de Janeiro, onde já vive há alguns anos. 

- Não há como esquecer, apagar ou distanciar de determinadas coisas. O Estudarte faz parte até icônica do meu trabalho e tenho um carinho gigantesco por isso. Selecionamos alguns textos em formatos rápidos que marcaram e vamos fazendo rodízio dentre eles a cada ano - explica.

Segundo Hallvys, a diferença está nas próprias releituras, baseadas em experiências que vão alterando a forma de encenar. 

- Eles aprendem. Eu aprendo. Eles criam possibilidades dentro da oficina. Eu encaixo, altero, proponho, analiso e reanaliso. Vamos testando e aproveitando o que eles criam dentro das próprias personagens - detalha o artista, que profissionalizou-se ator e diretor ainda jovem

O texto inédito ficou por conta da comédia “Altos e baixos”, que encena uma sessão de Terapia Maiêutica, trazendo discurso sobre pensamentos prontos e a experiência individual expressada por cada ser humano.

“Papo de muié!” foi criada já no Rio de Janeiro e participou pela terceira vez consecutiva do evento, demonstrando o desespero que parte do público feminino vem apresentando midiaticamente por relacionamento amoroso. “Hum, sei!” também é criação de Hallvys já residindo no Rio, em um texto com nuances típicas de Teatro do Absurdo.

- Tive oportunidade de experimentar Teatro do Absurdo em textos escritos pela Lelê Garnier, dirigido pelo Lúcio Roriz e pela Luciene Martes, em 2007. Foi uma das experiências mais divertidas que tive.

“Barulho” foi destaque do último festival do Estudarte, em Volta Redonda. Relido em 2013, no Festival das Artes promovido pelo Via Alternativa e participando também do I Festival produzido por Hallvys no Rio e, pela primeira vez, teve mulheres interpretando as personagens que sempre foram apresentadas por homens, enquanto o texto de “As meninas da rua do medo” foi encenado pela quarta vez desde sua criação, em 2009, também com o Estudarte.

Para encerrar, foi escolhida a comédia “Em boca fechada...”, texto escrito em 2004 por Rodrigo Hallvys em parceria com sua antiga atriz Lidiane Silveira, levando à cena situações de fofocas entre vizinhos com uma ideia mais elaborada e inserindo o cenário de forma mais lúdica para o público.

 

 


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